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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Oração.

Senhor é com muita tristeza no coração que suplico pela tua misericórdia. Curai as pessoas que estão nesse momento implorando pela vida e assim oro: Meu Deus, pedimos perdão pelos pecados cometidos e pela blasfêmia contra o Espírito Santo. Tenha misericórdia de todos nós! Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, Deus Todo Poderoso, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. Guarda nosso lar, nossa família, nossos parentes, nossos amigos, nossos vizinhos, nossa nação e o mundo todo onde provém gotas de bondade. Dê um sopro de cura e libertação dessa doença e que o mundo reconheça que só o Senhor é Deus de poder e glória. Oramos em nome de Jesus 🙏🙏🙏🙇🙇🙇
"Campanha pela cura no Mundo"
Amém!
Se puder copia e cola.
nilceia Gazzola

Liberdade

Liberdade
Algemas invisíveis existem,
As de preconceito sem limites.
A que homem nasce homem mulher.
A que mulher nasce mulher homem.
E quem somos a julgar,
Seguir e libertar, sempre lutar.
Socorram-me por escrever errado,
Mais o conteúdo sim é exato.
Eu gritei...
Pedi liberdade aos meus amigos.
Que muitos de vozes grossas,
Corpos esculturas nunca desistem.
Liberdade de viver...
Liberdade de não ser apontado com dedo.
Liberdade de nunca mais ouvir chacotas.
Libertem meus melhores amigos,
Desta tal mediocridade.
Liberdade em pais livre.
Liberdade existe?
Assim libertem-se.
Nilceia Gazzola

Conselhos

Conselhos
O medo que não reagiu ao desejo,
Momentos voam no pensamento ao levantar-se cedo.
A civilidade da moral virtual almeja,
Solução para incompreensão vende-se no varejo.
Um sindicato sem mau tratos definido,
Sobre a Pátria não amada e sempre unida.
O poder e a liderança correm na lida,
E a economia no bolso do povo é refletida.
As vírgulas da vida se fazem crateras,
Das burguesias insanas desta era.
As medusas de ontem estão soltas,
Se misturando os belos feitos de ostras.
E a difusão da complicada inteligência,
Tropeçam entre as vírgulas da vivencia.
Conselhos se fazem com o tempo,
Deixando marcas junto ao vento.
Um conselho de ambos os lados segue as orientações,
De organismos paralelos exaustando emoção.
Estatísticas e estudos sobre pátria e nação,
Persiste a lacuna de uma visão e da traição.
     Nilceia Gazola

Degenerados

Degenerados
A ponta de um lápis é pontada,
E a caneta com o tempo se acaba.
Vem o vento e trás a seca malvada,
Enquanto uma criança de fome chorava.
Criança chora pelo capricho de uma boneca,
E outra triste olhar sem alimento sua caneca.
Jovem garota reclama da comida fria,
Enquanto no lixão pessoas comem porcarias.
Realidade, sociedade, dignidade onde esta a caridade,
Solução de pensar morre a digna fraternidade.
E aos olhos se fecham perante a verdade,
Procurando ver tudo sem improbabilidade.
De que adianta começar reclamar,
Se o que vejo são poderosos a ignorar.
Em época de eleição eles vêm a providenciar,
Prometem mundos e fundos para lhe conquistar.
Questões sempre aparecem, sem respostas,
E o povo se deixa comprar por esmolas.
É como fingir que se ama, chorara por chorar,
Tontos os eleitores a creditar.
Olhem quanto panos quentes nas costas,
Os laranjas escondem e isso que revolta.
E a corja sem escrúpulos vai voando e sendo vil,
Fingindo ser tudo de bem ao nosso Brasil.
Nilceia Gazzola

Língua Portuguesa

Língua Portuguesa
Tilintam os vaga-lumes,
Entremeios a capins e por entre folhas de volumes.
Outrora, por uns, por outros, por todos,
Os erros tornam-se nódulos.
Língua Portuguesa de Portugal,
Incrementada de palavras com qual ideal.
Pretenderam e almejaram imolar-te,
Diluíram ideais a descaracterizar-te.
Onde estão os passos da historia,
Acabam-se tornando trajetórias.
Como esquecer o passado,
De palavra no dicionário antigo marcado.
Os livros corretos serão incertos,
Mudança de hábitos e restam desafetos.
Fico a pensar o que é e o que não é,
E o ocasionalismo da verdade será o que?
Nilceia Gazzola

Realidade

Realidade
A ponta de um lápis é apontada,
E a caneta com o tempo se acaba.
Vem o vento e trás a seca malvada,
Enquanto uma garota de fome chorava.
Criança chora pelo capricho de uma boneca,
E outra chora que quer apenas água em sua caneca.
Jovem garota reclama que a comida é fria,
Enquanto em um lixão pessoas comem porcarias.
Realidade , sociedade, dignidade onde esta a caridade,
Enquanto param para pensar morre a digna fraternidade.
E olhos que se fecham perante a verdade,
Procurando ver um Pais sem improbabilidade.
De que adianta começar reclamar,
Se o que vejo são poderosos sempre a ignorar.
Em época de eleições eles vem a providenciar,
Logo após tudo começam a reverenciar.
Questões que aparecem sem respostas,
Mostrando que se tem muitos panos quentes em costas.
Fingir que não se ama, dizer que nunca chora,
Mas como complica resolve-se e vai embora.
A nossa Amazônia é a alma do Brasil,
E a corja sem escrúpulos vai votando e sendo vil.
E com apenas poucas palavras com intuição,
Os degenerados não perceberão o problemão.
Mas quando chegar a eleição,
Eles aparecem do nada lhe apertando suas mãos
Nilceia Gazzola
#coisasdenilceia

Canibal

Canibal
As habitualidades ou fatos de autorizações,
Diplomatas e Duplicatas será democracia então.
Há necessidade de requisitos,
E o tempo e ausência estão esquisitos.
Se existe condenação Criminal,
Os juízes parecem mais com Canibal.
São homens julgando vidas de homens,
Lágrimas de culpa e lagrimas de inocência,
Já baseiam-se as paciências.
Abandonar o emprego no apce da aceitação,
Como enfiar uma faca no coração.
Canibais ou Canibal os nossos ancestrais,
E ainda tem quem crê nos ideais.
Uma remuneração , salário ou tal seja, gorjeta ,
E seres humanos dormindo nas sarjetas.
As Ofensas Físicas com intuito azar,
Mostram etiquetas penduradas em um bazar.
O ajuste de Contas é equivalente ,
Ser teimosos e muito pertinente.
Em um ato de Improbidade,
Se mostra corrupta toda a sociedade.
Um albergue de revolta e medo em minha casa,
Eu fecho as portas e há ladrões por toda cidade.
Uma sentença contrária com um diccio,
Mostrando que a usura é sobreviver.
Canibal podem fazer um mundo mal,
Quem constatou que somos normal.
Nilceia Gazzola
#coisasdenilceia

Estruturas

Estruturas
A versatilidade de uma analise,
Pode causar flexibilidade da psicanálise.
Celebrar a vontade de ter uma conversa,
Pois só a liberdade liberta e recompensa.
Perfeição não existe casualidade que resiste,
Todos sabem dar e comparar palpites.
Decifrar os tais contatos e limites,
Melhor fingir que nunca vistes.
Que tal principio básico de uma licitação,
Vou fazer em seu celebro a maior confusão.
As diretrizes e metas de se organizar,
Podem refletir e jamais estruturar.
As palavras que são inconfundíveis entre si,
Aceleram o que sempre até hoje senti.
Os ossos , pontes , viadutos e casas,
Estruturas de um futuro avião sem asas.
A arrecadação de uma Organização,
Cofres Públicos roubados com razão.
E o que resta insana população,
E as tais promessas de uma solução.
Estruturas sempre necessitam de escrituras,
Havendo mil e outras desestruturas.
E em meio tantas loucuras,
De que são feitas tais estruturas.
Nilceia Gazzola

Vitoriosos Guerreiros

Vitoriosos Guerreiros
Guerreiros são aqueles que deixam de lutar,
Para contra Guerra revolucionar,
Guerreiros são os poucos,
Que são tachados de loucos,
Guerreiros são os que vão,
E ao menor gesto de invasão,
Morrem olhando ao céu pedindo perdão.
Vitoriosos Guerreiros são os repulsam,
E morrem com dignidade pelos que usurpam .
Guerreiros são os que sem medo,
Mas lutem pelos seus desejos.
Guerreiros ficam atiçados,
São feito o “fera” , “coisa ruim” se açoitando,
Denominados demolidores.
A quem são os interessados,
Deste episódio mal contado,
Onde guerra é uma coisa boa,
Mas pessoas morrem por causas atoa.
Onde estão os Salva vidas,
Neste imensa e desatinada corrida.
Morrem e lutam para não levar,
Pois na terra estamos somente a passar.
Já existe tanto, pó, crack, e outros mais,
Ainda inventaram a guerra entre os animais,
Desculpem a comparação ,
Mais quem vai ou patrocina a guerra,
Assemelha-se ao germe ou verme,
É bem mais fácil a paz que emerge.
Guerreiros dos tempos distantes presente,
Morrem amontoados e tão contentes .

Nilceia Gazzola
#coisasdenilceia

Nacionalidade

Nacionalidade
Naturalidade um poeta.
Nacionalidade um poeta.
Generalidade um poeta.
Marginalidade um poeta.
Integridade um poeta.
Meretriz de um poeta.
Alma de uma insensatez.
De um mundo que desfez.
Marginalidade assassina.
Assassino menino que é poeta.
Na cadeia se escreve versos.
Versos dignos de poeta.
Alma, fria, desolada e meretriz.
Que arrisca, afana e devasso todo risco de giz.
Nacionalidade natural,
De onde vem não tem igual,
Para onde vai es marginal.
O preço que o poeta paga pelo vicio.
Em que o crack sempre é o inicio.
Nacionalidade poeta.
Puro ideal de quem está viciado.
Em poesia estou apenas ligado.
Nacionalidade perdida.
Nilceia Gazzola

Crepúsculo de Minha terra

Crepúsculo de minha Terra
Amada terra de veredas bravis.
Inóspitas montanhas e campos gentis.
Que na atalaia esgueira das arvores,
Acalentavam muitos dos alferes.
Alguns espreitavam a estiraçar as palavras curtas,
Em sons frenéticos derivados aparentavam ser longas.
Sonhara em cristalizar aquele momento,
Para sempre fixado no pensamento.
Ao relento se ouvia uma pandega,
De hábitos, comidas e sons que se entrega.
Pássaros em corredeiras a esvoaçar,
Ao novo dia sempre voam a respeitar.
Nilceia Gazzola